A ascensão da computação e da internet de consumo trouxe uma importante questão na intersecção da engenharia elétrica e das finanças: será que a moeda pode ser apresentada sob a forma de Bit no mundo digital? Na década de 1990 e início dos anos 2000, projetos como Mondex, Digicash e eGold tentaram responder a essa pergunta, prometendo novas formas de pagamento eletrônico e reserva de valor. No entanto, acabaram falhando devido à pressão regulatória, falhas tecnológicas e à falta de confiança e adaptação ao mercado. Enquanto isso, a banca eletrônica, os cartões de crédito, as redes de pagamento e os sistemas de liquidação tornaram-se comuns. O importante é que essas não eram novos ativos, mas sim novas formas de moeda fiduciária, mais escaláveis e adequadas para o mundo moderno. Mas ainda assim, estão sujeitas à mesma confiança institucional e estrutura política, e o mais importante, dependem de sistemas tecnológicos e redes operacionais fechadas, que são geridos por intermediários que buscam alugar.
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A ascensão da computação e da internet de consumo trouxe uma importante questão na intersecção da engenharia elétrica e das finanças: será que a moeda pode ser apresentada sob a forma de Bit no mundo digital? Na década de 1990 e início dos anos 2000, projetos como Mondex, Digicash e eGold tentaram responder a essa pergunta, prometendo novas formas de pagamento eletrônico e reserva de valor. No entanto, acabaram falhando devido à pressão regulatória, falhas tecnológicas e à falta de confiança e adaptação ao mercado. Enquanto isso, a banca eletrônica, os cartões de crédito, as redes de pagamento e os sistemas de liquidação tornaram-se comuns. O importante é que essas não eram novos ativos, mas sim novas formas de moeda fiduciária, mais escaláveis e adequadas para o mundo moderno. Mas ainda assim, estão sujeitas à mesma confiança institucional e estrutura política, e o mais importante, dependem de sistemas tecnológicos e redes operacionais fechadas, que são geridos por intermediários que buscam alugar.