O presidente bielorrusso Alexander Lukashenko apoiou a mineração de criptomoedas, sinalizando que seu governo vê os ativos digitais como uma potencial proteção contra a dominância do dólar americano. A medida reflete uma estratégia geopolítica mais ampla entre as nações que buscam independência financeira dos sistemas monetários controlados pelo Ocidente.
Isto não se trata apenas da adoção de tecnologia—é um movimento calculado na atual tendência de desacoplamento econômico. Com a OPEC+ já a diversificar-se do dólar e vários mercados emergentes a experimentar moedas de liquidação alternativas, o apoio de Lukashenko posiciona a Bielorrússia como mais uma jurisdição disposta a abraçar a infraestrutura cripto.
A indústria de mineração de criptomoedas tem procurado lares politicamente estáveis desde que a repressão da China em 2021 dispersou operações por todo o Cazaquistão, Islândia e El Salvador. A Bielorrússia agora se junta a essa lista—com o apelo adicional de custos de energia mais baixos e menos escrutínio regulatório do que os países ocidentais.
O que é intrigante: se nações com tendências autoritárias adotarem essa postura, isso pode acelerar a fragmentação do sistema financeiro global, potencialmente impulsionando a adoção de criptomoedas como uma alternativa genuína às trilhas tradicionais de liquidação transfronteiriça.
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Lukashenko Apoia Abertamente a Mineração Cripto: Está a Bielorrússia a Tornar-se um 'Refúgio Digital'?
O presidente bielorrusso Alexander Lukashenko apoiou a mineração de criptomoedas, sinalizando que seu governo vê os ativos digitais como uma potencial proteção contra a dominância do dólar americano. A medida reflete uma estratégia geopolítica mais ampla entre as nações que buscam independência financeira dos sistemas monetários controlados pelo Ocidente.
Isto não se trata apenas da adoção de tecnologia—é um movimento calculado na atual tendência de desacoplamento econômico. Com a OPEC+ já a diversificar-se do dólar e vários mercados emergentes a experimentar moedas de liquidação alternativas, o apoio de Lukashenko posiciona a Bielorrússia como mais uma jurisdição disposta a abraçar a infraestrutura cripto.
A indústria de mineração de criptomoedas tem procurado lares politicamente estáveis desde que a repressão da China em 2021 dispersou operações por todo o Cazaquistão, Islândia e El Salvador. A Bielorrússia agora se junta a essa lista—com o apelo adicional de custos de energia mais baixos e menos escrutínio regulatório do que os países ocidentais.
O que é intrigante: se nações com tendências autoritárias adotarem essa postura, isso pode acelerar a fragmentação do sistema financeiro global, potencialmente impulsionando a adoção de criptomoedas como uma alternativa genuína às trilhas tradicionais de liquidação transfronteiriça.