Até 31/01/2026, o Bitcoin (BTC) está a quebrar uma regra técnica que os analistas consideravam como uma “fatalidade”. Desde o calendário de 2014, cada ciclo de baixa principal começava com uma sequência de eventos específicos. No entanto, o mercado atual está a reescrever esse roteiro de uma forma totalmente nova.
Modelo histórico de 2014 a 2022: Sinais clássicos de alerta
Ao revisitar os três principais ciclos de baixa (2014, 2018, 2022), uma fórmula de sucesso repetiu-se: o preço de fecho semanal abaixo da SMA 100, seguido pelo cruzamento da morte entre a EMA 100 e a SMA 100. Este é o último sinal antes de uma venda maciça.
Desde o calendário de 2014, quando o Bitcoin ainda tinha preços baixos, até aos ciclos seguintes, essa configuração sempre levou a ajustes implacáveis. Os especialistas técnicos consideraram isso uma “lei de mercado”, mas em 2026 parece diferente.
Estrutura técnica de 2026: Uma confirmação incomum da SMA 100 e EMA 100
Apesar das oscilações na semana passada, o preço atual permanece em torno de $82.84K — praticamente inalterado em relação aos $82,831.8 de 22 de janeiro. O que chama a atenção é que as linhas EMA 100 e SMA 100 continuam a manter uma disposição de alta saudável, em vez de permitir que o preço “caia livremente”.
A ação de proteger essas médias — em vez de ceder como nos ciclos anteriores — indica uma diferença objetiva na estrutura. Isto não é um sinal de “fim de jogo”, mas sim uma reconfiguração, um reequilíbrio das forças do mercado.
Força de absorção pelos organizadores: Um fator que impede o cenário histórico
Análises mais aprofundadas mostram que a força de absorção por parte das organizações está a impedir o cenário de colapso que o calendário de 2014 abriu. Em vez de apenas traders a venderem em pânico, estamos a testemunhar uma redistribuição ativa.
A divergência entre as previsões técnicas e as ações reais do preço evidencia claramente: os grandes atores continuam a construir posições, em vez de recuar. Isto marca uma diferença fundamental em relação aos ciclos anteriores.
Conclusão: O ciclo de 2026 funciona com um novo referencial
A reversão do cenário que antes definia todos os eventos do calendário de 2014 mostra que o mercado de Bitcoin está a entrar numa fase diferente. Apesar dos riscos ainda existirem, a estrutura técnica atual — com uma proteção firme às médias — deixa claro que a história não precisa necessariamente repetir-se.
O BTC encontra-se num nível de preço relativamente estável, refletindo um processo de equilíbrio mais duradouro do que uma queda livre, especialmente em comparação com as ações de venda dos ciclos anteriores.
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Ciclo do Bitcoin invertido: Por que o calendário de 2014 não se repete mais?
Até 31/01/2026, o Bitcoin (BTC) está a quebrar uma regra técnica que os analistas consideravam como uma “fatalidade”. Desde o calendário de 2014, cada ciclo de baixa principal começava com uma sequência de eventos específicos. No entanto, o mercado atual está a reescrever esse roteiro de uma forma totalmente nova.
Modelo histórico de 2014 a 2022: Sinais clássicos de alerta
Ao revisitar os três principais ciclos de baixa (2014, 2018, 2022), uma fórmula de sucesso repetiu-se: o preço de fecho semanal abaixo da SMA 100, seguido pelo cruzamento da morte entre a EMA 100 e a SMA 100. Este é o último sinal antes de uma venda maciça.
Desde o calendário de 2014, quando o Bitcoin ainda tinha preços baixos, até aos ciclos seguintes, essa configuração sempre levou a ajustes implacáveis. Os especialistas técnicos consideraram isso uma “lei de mercado”, mas em 2026 parece diferente.
Estrutura técnica de 2026: Uma confirmação incomum da SMA 100 e EMA 100
Apesar das oscilações na semana passada, o preço atual permanece em torno de $82.84K — praticamente inalterado em relação aos $82,831.8 de 22 de janeiro. O que chama a atenção é que as linhas EMA 100 e SMA 100 continuam a manter uma disposição de alta saudável, em vez de permitir que o preço “caia livremente”.
A ação de proteger essas médias — em vez de ceder como nos ciclos anteriores — indica uma diferença objetiva na estrutura. Isto não é um sinal de “fim de jogo”, mas sim uma reconfiguração, um reequilíbrio das forças do mercado.
Força de absorção pelos organizadores: Um fator que impede o cenário histórico
Análises mais aprofundadas mostram que a força de absorção por parte das organizações está a impedir o cenário de colapso que o calendário de 2014 abriu. Em vez de apenas traders a venderem em pânico, estamos a testemunhar uma redistribuição ativa.
A divergência entre as previsões técnicas e as ações reais do preço evidencia claramente: os grandes atores continuam a construir posições, em vez de recuar. Isto marca uma diferença fundamental em relação aos ciclos anteriores.
Conclusão: O ciclo de 2026 funciona com um novo referencial
A reversão do cenário que antes definia todos os eventos do calendário de 2014 mostra que o mercado de Bitcoin está a entrar numa fase diferente. Apesar dos riscos ainda existirem, a estrutura técnica atual — com uma proteção firme às médias — deixa claro que a história não precisa necessariamente repetir-se.
O BTC encontra-se num nível de preço relativamente estável, refletindo um processo de equilíbrio mais duradouro do que uma queda livre, especialmente em comparação com as ações de venda dos ciclos anteriores.