Para onde ir após a Lua? A resposta é Marte. O diretor da NASA anunciou que, antes do final do mandato do presidente Trump, será construída uma "ferrovial intercontinental" até Marte. Parece ficção científica, mas é um plano real da NASA. Como será feito? Com energia nuclear. Especificamente, tecnologia de propulsão nuclear. Para que serve isso? Para transportar de forma eficiente grandes quantidades de material até Marte. Assim como no passado se usava ferrovias para transportar pessoas e materiais para o oeste. Levar astronautas a Marte já está tecnicamente próximo. O verdadeiro desafio é como trazê-los de volta com segurança. É aí que entra a propulsão nuclear. O foguete de propulsão nuclear será fundamental para estabelecer uma estação avançada em Marte e explorar seus recursos. Mais importante ainda, será capaz de produzir o combustível necessário para retornar à Terra. A política espacial do Trump não se resume apenas a voltar à Lua. Seu objetivo é estabelecer a vantagem absoluta dos EUA no espaço profundo. Na nova fronteira da exploração espacial, abrir mão da liderança equivale a abrir mão do futuro. Enquanto alguns ainda discutem política de identidade e questões climáticas na Terra, uma nova corrida de grandes potências já se estende ao espaço exterior. Este é o teste final da força industrial, do nível tecnológico e da visão estratégica de longo prazo de uma nação. Se um país perder a coragem de explorar as estrelas e os oceanos celestiais, não estará longe do declínio. Este plano para Marte é uma visão de futuro brilhante ou um capítulo de uma nova corrida espacial de altos custos? A história dará a resposta.

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