A Chicago Mercantile Exchange (CME) introduziu quadros de margem revisados para contratos futuros de metais preciosos, com as alterações anunciadas a 27 de janeiro e que entrarão em vigor após o fecho do mercado a 28 de janeiro. Segundo relatos da BlockBeats, a bolsa com sede em Chicago está a aumentar as exigências de colateral para posições específicas de prata e platina, com novos requisitos a atingir aproximadamente 11% do valor nominal do contrato—um aumento significativo em relação aos benchmarks anteriores.
O que está a mudar: Novos Padrões de Colateral
A alteração marca um aperto significativo nos protocolos de gestão de risco na bolsa. Os contratos futuros de prata enfrentam as revisões mais substanciais, com as exigências de colateral a subir para o limiar de 11%. Os contratos de platina e paládio também são afetados, embora os níveis específicos de ajuste tenham sido detalhados na notificação oficial da CME. Estes limites de margem mais elevados servem para aumentar o capital que os traders devem manter para sustentar estas posições, potencialmente afetando as proporções de alavancagem e os custos globais de negociação para os participantes do mercado.
Cronograma de Implementação e Impacto no Mercado
As reformas entram em vigor na bolsa de Chicago imediatamente após a conclusão da sessão de negociação de 28 de janeiro. Notavelmente, o anúncio da CME não incluiu quaisquer modificações nos contratos futuros de ouro, distinguindo-os dos ajustes aos metais preciosos. Para os traders ativos nos mercados de prata, platina e paládio, os requisitos de colateral reforçados representam uma mudança na estrutura de custos para manter estas exposições, particularmente relevante dada a volatilidade nos mercados de commodities.
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CME Reforça Padrões de Margem para Prata e Platina—Bolsa de Chicago Ajusta Requisitos de Colateral
A Chicago Mercantile Exchange (CME) introduziu quadros de margem revisados para contratos futuros de metais preciosos, com as alterações anunciadas a 27 de janeiro e que entrarão em vigor após o fecho do mercado a 28 de janeiro. Segundo relatos da BlockBeats, a bolsa com sede em Chicago está a aumentar as exigências de colateral para posições específicas de prata e platina, com novos requisitos a atingir aproximadamente 11% do valor nominal do contrato—um aumento significativo em relação aos benchmarks anteriores.
O que está a mudar: Novos Padrões de Colateral
A alteração marca um aperto significativo nos protocolos de gestão de risco na bolsa. Os contratos futuros de prata enfrentam as revisões mais substanciais, com as exigências de colateral a subir para o limiar de 11%. Os contratos de platina e paládio também são afetados, embora os níveis específicos de ajuste tenham sido detalhados na notificação oficial da CME. Estes limites de margem mais elevados servem para aumentar o capital que os traders devem manter para sustentar estas posições, potencialmente afetando as proporções de alavancagem e os custos globais de negociação para os participantes do mercado.
Cronograma de Implementação e Impacto no Mercado
As reformas entram em vigor na bolsa de Chicago imediatamente após a conclusão da sessão de negociação de 28 de janeiro. Notavelmente, o anúncio da CME não incluiu quaisquer modificações nos contratos futuros de ouro, distinguindo-os dos ajustes aos metais preciosos. Para os traders ativos nos mercados de prata, platina e paládio, os requisitos de colateral reforçados representam uma mudança na estrutura de custos para manter estas exposições, particularmente relevante dada a volatilidade nos mercados de commodities.