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《Tom Lee errou? Apostando 15 mil milhões com a teoria de investimento diversificado》
O mercado de criptomoedas tem vindo a sofrer uma nova volatilidade acentuada: o Bitcoin caiu abaixo dos 70.000 dólares, e o Ethereum também se enfraqueceu. Neste ambiente, duas figuras com maior destaque como “bandeiras” enfrentam uma pressão quase de julgamento público: Strategy (antiga MicroStrategy), de Michael Saylor, e Tom Lee, cuja estratégia de reserva de Ethereum está profundamente ligada.
O foco das controvérsias do mercado não é complicado: ambas as empresas colocaram quase toda a sua balança patrimonial numa única classe de ativos. A BitMine (BMNR) revelou que a sua posição em Ethereum ultrapassou 4,28 milhões de tokens no início de fevereiro de 2026, representando cerca de 3,5% da oferta total de Ethereum na altura. Com base nisso, calcula-se que, após a recente queda, tenham surgido perdas não realizadas na ordem de aproximadamente 6 bilhões de dólares. Por outro lado, a posição em Bitcoin da Strategy, até início de fevereiro, era de cerca de 713.502 BTC, com um custo médio de aproximadamente 76.052 dólares. Na altura da escrita, o Bitcoin rondava os 69.000 dólares, o que naturalmente amplifica a perceção de pressão sobre a “posição submersa”.
Partindo da teoria moderna de carteiras de investimento, esta exposição de mais de 90% a um único ativo parece estar em oposição à diversificação: a diversificação geralmente aumenta o retorno esperado sob o mesmo risco ou reduz a volatilidade para um retorno dado.
A questão é: — já que o “bom senso” é tão claro, por que é que eles continuam a ser altamente observados e até venerados na indústria? Estão eles errados? Os investidores comuns devem seguir o exemplo?
A minha opinião é que, para responder à questão “deveria seguir-se”, primeiro é preciso entender “por que eles podem fazer isso” e as três camadas de raciocínio por trás desta estratégia:
Primeiro, trata-se de uma operação de “ampliação de quota de mercado”, não de um investimento simples. A Strategy posiciona-se como um veículo de reserva de Bitcoin, enquanto a BitMine tenta ser uma plataforma representativa de reserva de Ethereum. Um dos objetivos de manter posições concentradas é obter uma quota significativa na estrutura de oferta, ganhando maior poder de influência e espaço para narrativa de financiamento. A Strategy já se tornou a maior detentora de ações na empresa, enquanto a BitMine, sob o mecanismo PoS, pode ampliar o impacto na rede através de staking e parcerias ecológicas.
Segundo, eles não compram apenas tokens, mas também “narrativas de marca”. Quando “alguém aumenta a posição” vira notícia, a reação do preço pode ter um efeito autorrealizável: o mercado espera que mais fundos sigam, e a curva de demanda de curto prazo é impulsionada pela narrativa. As reportagens sobre a BitMine também enfatizam repetidamente o efeito de amplificação do próprio ato de “aumentar posições” no sentimento do mercado. Este valor é intangível, difícil de replicar por investidores individuais comuns.
Terceiro, a moderna teoria de carteiras é uma vantagem estatística, não uma promessa de que cada amostra seja assim. Diversificar aumenta a “relação risco-retorno” a longo prazo e em termos probabilísticos. Mas no espaço de amostras, podem existir alguns casos extremos: assumir riscos de concentração elevados, que podem resultar em retornos igualmente extremos. Saylor aposta nesta “amostra extrema” em Bitcoin, e Tom Lee em Ethereum — vencedores ou derrotados, eles construíram seus caminhos de sucesso (embora atualmente também estejam com perdas não realizadas, o que indica que o custo desta “aposta de probabilidades extremas” ainda está em fase de realização).
Voltando à questão mais prática: deveriam os investidores comuns imitar esses exemplos e apostar tudo numa única moeda?
Minha conclusão é cautelosa: investidores individuais não conseguem obter vantagem de negociação com “ampliação de quota” nem obter valor adicional de “narrativas de marca”; o que resta é quase exclusivamente a terceira estratégia — apostas de alta volatilidade pura. E, se você apostar não em BTC/ETH, mas em tokens com liquidez e probabilidade de sobrevivência menores, a longo prazo, estatisticamente, o risco-retorno tende a piorar — a teoria da Fronteira Eficiente de Markowitz permanece válida e sólida. Mesmo mantendo apenas BTC ou apenas ETH, isso pode não ser melhor do que uma carteira diversificada entre ativos e fatores de risco diferentes (o preço de entrada e o horizonte de manutenção influenciam a experiência).
Compreendo que a comunidade de criptomoedas tem dificuldade em diversificar a longo prazo: a correlação entre tokens durante períodos de pressão tende a aumentar, limitando os efeitos de diversificação. Mas estamos entrando numa nova fase — o mercado de criptomoedas está a integrar-se mais profundamente com o sistema financeiro tradicional, surgindo mais fontes de risco configuráveis na negociação (incluindo ações tokenizadas, commodities tokenizadas, índices tokenizados e até moedas estrangeiras tokenizadas). Quando o universo de investimentos se amplia, não há desculpa para não diversificar; pelo contrário, a diversificação deve ser encarada como uma disciplina: usar pequenas posições para apostar em cenários assimétricos de alta, estruturar para limitar perdas, e gerenciar riscos de cauda reais através de correlações entre ativos.
O que podemos aprender com eles não é “apostar tudo numa moeda”, mas sim o seu sistema de gestão de ativos, passivos, canais de financiamento, narrativa e execução a longo prazo. Trata-se de uma estratégia institucional, não uma fórmula para investidores individuais copiarem.