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Acabei de notar que o peso teve uma forte valorização há alguns meses, atingindo máximos de quatro meses contra o dólar. Subiu cerca de 17,5 centavos, fechando em torno de 58,115 por dólar — um movimento bastante significativo em um único dia. O problema é que, isto não foi apenas uma história do peso. Toda a região asiática estava em forte rally na altura, com dinheiro fluindo para mercados emergentes e ações de tecnologia atingindo recordes na Coreia e no Japão.
O que chamou minha atenção foi o volume por trás disso. O volume de negociação dólar para peso atingiu 1,62 bilhões nesse dia, em comparação com 1,46 bilhões no dia anterior. Isso é dinheiro real em movimento, não apenas ruído. Um trader com quem falei disse que o peso estava surfando na onda de otimismo mais amplo na Ásia — basicamente, quando as ações regionais estão em alta e os gestores de fundos estão rotacionando para a Ásia, o peso se beneficia. O dólar também estava sendo afetado por sua própria fraqueza, permanecendo perto de mínimas de vários meses, o que ajudou também.
A parte interessante foi o timing. Os dados de emprego nos EUA vieram mais fortes do que o esperado naquela altura, o que na verdade impediu o Fed de cortar as taxas assim que os mercados pensaram. Isso deveria ter ajudado o dólar, mas parece que o momentum mais amplo da Ásia foi simplesmente forte demais. Os mercados estavam precificando toda essa narrativa de 'excepcionalismo asiático'.
Olhando para trás, analistas diziam que o dólar precisaria de mais surpresas positivas para sustentar qualquer recuperação. O intervalo do peso naquela época era esperado ficar entre 58 e 58,40 por dólar. Faixa bastante estreita, mas é assim que funciona quando há sinais conflitantes — dados mais fortes dos EUA versus fluxos de fundos regionais robustos.