Acabei de rever alguns dados interessantes sobre a distribuição de riqueza global e é bastante revelador. Acontece que a questão de quantos bilionários há no mundo surpreende muita gente.



Segundo os últimos relatórios, há cerca de 60 milhões de milionários no planeta. Mas, se falarmos dos ultramilionários, o número é muito mais reduzido: apenas 3148 pessoas com fortunas que ultrapassam mil milhões de dólares.

Agora, quando subimos para os níveis mais elevados de riqueza, as coisas ficam ainda mais extremas. Há 19 indivíduos cujas fortunas ultrapassam os 100 mil milhões de dólares, e apenas 6 pessoas cujos patrimónios excedem os 200 mil milhões. No topo absoluto está uma única pessoa com uma fortuna que ronda os 800 mil milhões de dólares.

Esta concentração de riqueza é histórica. Entretanto, a maior parte da população mundial continua a lidar com desafios financeiros básicos. A diferença entre os ultrarricos e o resto é simplesmente abismal.

Pergunto-me: quantos de nós estamos realmente a construir património de forma inteligente, ou apenas vemos como outros o fazem? Porque a verdade é que a maior parte dessa riqueza extrema não é casualidade; é resultado de decisões financeiras e de oportunidades a longo prazo.
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