A era quântica começa mais cedo, e muita gente ainda não percebeu este setor. A 6 de abril, a Arc, uma blockchain institucional lançada pela Circle, foi oficialmente anunciada e revelou a rota de atualização para a criptografia quântica. Em termos simples: já estão a preparar-se para o dia em que a “computação quântica vai quebrar a criptografia”.



Quando o Arc entrar em funcionamento na mainnet, suportará assinaturas pós-quânticas — e será uma ligação opcional, sem necessidade de migração obrigatória. Assim, os utilizadores podem criar carteiras mais seguras e com maior duração. Em seguida, vão também alargar esta “capacidade resistente ao quântico” a níveis ainda mais profundos: incluindo transações privadas, saldo oculto e, até, as informações do destinatário, que serão protegidas de forma ainda mais rigorosa.

No médio prazo, vão atualizar a segurança base, alinhando-se com padrões da indústria como o TLS 1.3 — reforçando tudo, desde o controlo de acessos, aos ambientes em nuvem, passando pela segurança de hardware. Quanto aos nós de validação, uma vez que a confirmação de blocos não chega a 1 segundo, o risco atual é baixo, mas no futuro também será atualizado progressivamente.

Ponto mais importante: a Circle já deixou claro o seguinte — pode haver pessoas que estão a “recolher dados agora, para os decifrar no futuro com computação quântica”. A maioria continua a olhar para os preços, enquanto uma minoria já começou a pensar na “segurança daqui a 10 anos”.

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