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Lembre-se desta história sobre o investidor de Hong Kong que silenciosamente comprou um ETF de Bitcoin por $436 milhões? Aqui, a empresa Laurore Ltd. finalmente decidiu quebrar o silêncio, e revelou-se que por trás de toda essa intriga há uma resposta bastante entediante.
Quando, no início do ano, surgiu a informação sobre uma empresa pouco conhecida que investiu centenas de milhões na BlackRock IBIT, a comunidade cripto enlouqueceu com especulações. O diretor chamado Zhang Hui, escritório em Hong Kong, estrutura através das Ilhas Virgens Britânicas — tudo isso parecia uma cortina de segredo. As pessoas no Twitter começaram a adivinhar imediatamente: é capital chinês? Saída de dinheiro do continente? Talvez um grande fundo esteja por trás desse esquema?
Como se descobriu, a empresa está relacionada com a Avecamour Advice Limited, registrada em Hong Kong e totalmente pertencente à matriz nas BVI. Todos os documentos indicam uma única pessoa — o mesmo Zhang Hui com passaporte da China continental. Mas, quando a CoinDesk finalmente obteve um comentário, o representante da Laurore simplesmente afirmou que o proprietário prefere permanecer na sombra, e que o investimento reflete suas convicções pessoais. Ponto final. Mais detalhes, nenhum.
Aqui começa o que é mais interessante para análise. Se aprofundar, essa estrutura faz sentido do ponto de vista do mercado cambial no contexto das restrições atuais. Hong Kong é tradicionalmente usado como ponto intermediário para mover capital do continente para ativos offshore. Um ETF de Bitcoin nos EUA oferece liquidez significativamente melhor e taxas mais baixas do que alternativas locais na HKEX. Portanto, do ponto de vista financeiro, a decisão é lógica.
Mas há outra hipótese: a Laurore é simplesmente parte de uma estrutura maior — um escritório familiar ou um cluster de fundos, que diversifica o portfólio através de várias entidades jurídicas. Esse esquema é absolutamente comum para grandes investidores. O formulário 13F exige a divulgação dos gestores, mas não requer informações sobre os beneficiários finais, portanto, múltiplas camadas de estruturas são uma prática padrão.
O que impressiona é como a comunidade cripto rapidamente criou uma teoria da conspiração em torno de um investimento comum. Zhang Hui é um dos nomes mais comuns na China, a CoinDesk encontrou mais de uma centena de pessoas com esse nome no registro de Hong Kong. Nada de segredo, apenas coincidência.
No final, a identidade da Laurore permaneceu tão enigmática quanto Satoshi Nakamoto para o Bitcoin. Mas às vezes, a resposta mais entediante é a correta. Um investidor que quer ficar na sombra e investe em Bitcoin através de um canal conveniente. Nada de extraordinário, se olharmos para a situação sob a perspectiva de como funcionam os fluxos financeiros reais.