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A França compromete-se a proteger as rotas comerciais no Hormuz sem recorrer à força
(MENAFN) A França não irá envolver-se em ações militares para reabrir à força o Estreito de Ormuz, mas está preparada para ajudar a proteger as principais rotas comerciais de acordo com a lei internacional, afirmou o primeiro-ministro do país na quarta-feira.
“A França não é parte do conflito; não participará de operações militares para abrir o Estreito de Ormuz à força; não se deixará envolver numa guerra que não escolheu”, disse Sebastien Lecornu durante um discurso na Assembleia Nacional sobre a escalada no Médio Oriente.
Lecornu acrescentou que a França está disposta a assumir a responsabilidade de garantir a segurança das rotas marítimas, trabalhando junto com parceiros internacionais e seguindo os quadros legais.
“Estamos a enfrentar um problema de custos de energia, não um problema de acesso… Devemos fazer tudo para garantir que esta crise do tráfego marítimo não se transforme numa crise energética”, afirmou, destacando a importância do Estreito de Ormuz.
O transporte marítimo pelo estreito, uma via crucial para o comércio global e o fornecimento de energia, foi significativamente perturbado após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro e as retaliações de Teerã.
Lecornu descreveu ainda a situação como uma “guerra que se espalha, que atinge infraestruturas civis, que ameaça a segurança marítima e que está a desestabilizar toda uma região a longo prazo.”