Em 2019, o meu tio abriu um cyber café na nossa vila. 24 máquinas, as paredes cobertas de fitas de LED RGB, depois das aulas as crianças faziam fila, duas por hora, todas a jogar Fortnite.
Em 2020, veio a pandemia, ninguém vinha. Ele aguentou oito meses de renda, pensando que ia surgir uma oportunidade.
Em 2021, fechou de vez. As máquinas não conseguiam vender, naquela altura toda a gente comprava portáteis, ninguém queria desktops.
No mês passado, fui vê-lo. A porta do cyber estava fechada, mas uma luz vinha do interior. Empurrei a porta e entrei.
As 12 máquinas antigas ainda estavam a acende
Ver original