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O Cara que Comprou Pizza com Bitcoin: A História de $260 Milhões que Ninguém Se Arrepende
Em 2010, quando um rapaz comprou pizza com bitcoin, poucos perceberam que estavam testemunhando um momento crucial na história das criptomoedas. Em 18 de maio de 2010, às 12h35, Laszlo Hanyecz publicou uma oferta incomum no Bitcoin Talk Forum — ele trocaria 10.000 bitcoins por duas pizzas grandes. O que parecia uma transação casual de comida tornaria-se lendária no mundo cripto, e surpreendentemente, ambas as partes envolvidas ainda não têm arrependimentos sobre o negócio.
A compra da pizza mudou tudo não por causa da comida em si, mas porque provou algo fundamental: o bitcoin podia realmente ser usado para transações no mundo real. Na altura, o bitcoin era em grande parte teórico — linhas de código sem utilidade clara além da especulação. A transação ocorreu quando aqueles 10.000 bitcoins valiam cerca de 30 dólares, tornando-se um experimento acessível. Quatro dias depois, em 22 de maio de 2010, Laszlo confirmou que o negócio tinha sido concluído e publicou uma foto das pizzas. Essa data tornou-se o Bitcoin Pizza Day, comemorado anualmente pela comunidade cripto.
18 de maio de 2010: O dia em que um rapaz comprou pizza com Bitcoin
Laszlo não estava gastando aleatoriamente suas participações em bitcoin. Como programador iniciante e um dos primeiros mineradores de GPU do Bitcoin, ele acumulou dezenas de milhares de moedas através do poder computacional. Segundo o explorador de blockchain OXT, sua carteira atingiu um pico de mais de 20.000 BTC em maio de 2010, sugerindo que a mineração tinha sido notavelmente produtiva naqueles primeiros dias. Para ele, a compra da pizza representou algo pessoal: “Escrevi essa coisa e minerava bitcoin, e senti que tinha vencido a internet naquele dia — ganhei pizza contribuindo para projetos de código aberto”, explicou posteriormente.
A transação demonstrou que o bitcoin funcionava como pretendido — como meio de troca, não apenas armazenamento digital. Embora isso pareça óbvio hoje, em 2010 era realmente experimental. A maioria dos primeiros adotantes ainda debateva se o bitcoin algum dia teria aplicações práticas além de hobbyistas trocando dados na internet.
A Bitcoin Pizza de Laszlo: Uma jornada de 10.000 moedas sem arrependimentos
O que torna essa história notável é a atitude de Laszlo em relação ao negócio. Mesmo com o valor do bitcoin disparando — aquelas moedas que valiam duas pizzas eventualmente ultrapassariam $260 milhões de dólares até 2025 — ele manteve que não tinha remorsos. Isso não era bravata falsa; refletia sua filosofia sobre o próprio bitcoin. Para Laszlo, a criptomoeda sempre foi um hobby, um projeto de paixão, nunca um esquema para ficar rico rapidamente.
Sua história fica ainda mais interessante quando se descobre que ele continuou gastando bitcoin após a transação da pizza. Registros históricos sugerem que ele gastou aproximadamente 100.000 bitcoins em várias transações ao longo do tempo — um valor que superaria em muito o negócio da pizza. Mas, ao invés de buscar riqueza, Laszlo manteve seu envolvimento discreto. Contribuiu significativamente para o Bitcoin Core e o desenvolvimento de mineração GPU no macOS, e depois se afastou dos holofotes. “Honestamente, eu meio que fiquei fora disso porque havia tanta atenção”, explicou. “Não queria chamar atenção demais… Achei melhor manter como hobby. Tenho um emprego normal, não trabalho com bitcoin em tempo integral.”
A Perspectiva do Vendedor da Pizza: A história de Bitcoin de Jeremy
O rapaz de 19 anos da Califórnia que recebeu as 10.000 bitcoins de Laszlo pela pizza chamava-se Jeremy Sturdivant. Como Laszlo, Jeremy era um entusiasta iniciante de bitcoin que tinha minerado milhares de moedas ele mesmo. Ele viu imediatamente o apelo de usar bitcoin para transações do dia a dia e buscava ativamente oportunidades de pagamento sempre que possível.
Jeremy gastou aquelas 10.000 bitcoins em viagens com sua namorada — dinheiro que realmente usou para viver sua vida, ao invés de manter como investimento. Quando entrevistado em 2018, refletiu sobre o negócio sem qualquer traço de arrependimento. “Nunca pensei que o bitcoin teria um potencial de valorização tão grande”, admitiu. Mas, crucialmente, ele não encarou a transação como uma perda: calculou que tinha ganho aproximadamente @E5@ dólares com a venda da pizza na época, o que representava uma compensação sólida para aquele período. Mesmo considerando a ascensão astronômica do bitcoin, Jeremy manteve que o negócio parecia justo na execução.
De Pizza a Protocolo: O Legado da Primeira Transação Real do Bitcoin
A história da pizza com bitcoin transcende a simples nostalgia. Ela representa uma verdade fundamental sobre a adoção inicial de criptomoedas: os participantes que criaram valor foram motivados pela crença na tecnologia e na contribuição para a comunidade, não pela especulação. Tanto Laszlo quanto Jeremy incorporaram essa ética — usaram bitcoin porque acreditavam na sua utilidade, não porque esperavam que se tornasse um ativo financeiro.
A transação também destaca um aspecto frequentemente negligenciado do desenvolvimento do Bitcoin: indivíduos como Laszlo não estavam apenas usando a rede, eles estavam construindo-a. Suas inovações na mineração GPU e contribuições para o Bitcoin Core moldaram diretamente a evolução do protocolo. Portanto, a compra da pizza não foi apenas uma transação — foi uma declaração de um desenvolvedor iniciante de que o bitcoin funcionava.
O Bitcoin Pizza Day tornou-se a celebração anual da comunidade cripto exatamente porque captura esse momento de crença antes do domínio do preço na narrativa. Quando um rapaz comprou pizza com bitcoin em 2010, ele não apostava em avaliações trilionárias. Ele estava provando um conceito, testando uma ideia, e conquistando uma refeição através de contribuições de código aberto. Que tanto ele quanto o vendedor da pizza permaneçam satisfeitos com suas escolhas revela algo importante sobre a adoção inicial: às vezes, o valor real não está no preço futuro, mas em fazer parte de algo revolucionário quando mais importava.