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A Índia destaca a sua visão de uma moeda digital comum para os BRICS, perante a pressão de Washington
Sob o impulso dos líderes indianos, o Banco da Reserva da Índia (RBI) está a impulsionar uma iniciativa para interligar as moedas digitais dos bancos centrais (CBDCs) dos países BRICS. A proposta surge em meio ao aumento das tensões comerciais entre Nova Deli e Washington, onde as políticas protecionistas dos EUA estão a enfraquecer os exportadores indianos. O RBI instou o governo a incluir este ambicioso projeto na agenda da cimeira BRICS 2026, que a Índia irá acolher.
Origens geopolíticas: uma resposta às pressões comerciais dos EUA
O contexto geopolítico explica em grande parte esta aceleração. As tensões comerciais entre os Estados Unidos e a Índia intensificaram-se, especialmente após a imposição de tarifas substanciais sobre as importações indianas. Entre os setores afetados estão os têxteis, gemas e produtos químicos, onde os exportadores indianos estão a sofrer perdas consideráveis. O Primeiro-Ministro indiano Narendra Modi, perante estas pressões, procura reforçar os laços económicos dentro do bloco BRICS em vez de depender unilateralmente dos mercados ocidentais.
Washington, por sua vez, deixou clara a sua oposição a qualquer tentativa de diminuir o papel do dólar americano como moeda de reserva mundial. O presidente dos EUA chegou mesmo a ameaçar impor tarifas draconianas (100%) contra iniciativas para contornar o dólar.
Um Projeto de Interligação da CBDC para Fortalecer o Comércio Regional
A iniciativa proposta pelo RBI visa criar um sistema interligado de moedas digitais que ligue as CBDC do Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, bem como novos membros como os Emirados Árabes Unidos, Irão e Indonésia. Esta rede facilitaria significativamente o comércio transfronteiriço e as trocas de turismo entre estas nações, ao mesmo tempo que reduziria gradualmente a sua dependência do dólar norte-americano.
Esta seria a primeira tentativa formal de criar tal interligação dentro do bloco. As autoridades indianas veem esta medida como uma forma de reforçar a autonomia económica do grupo perante pressões externas.
O estado da implementação das CBDC: um ecossistema em amadurecimento
Embora nenhum membro dos BRICS tenha implementado totalmente a sua moeda digital em larga escala, todos os principais intervenientes lançaram programas-piloto.
A Índia, sob a liderança do RBI, introduziu o e-rupee em dezembro de 2022. Esta iniciativa atraiu rapidamente cerca de 7 milhões de utilizadores de retalho, graças a mecanismos que incentivam a adoção, como pagamentos offline e subsídios programáveis. O banco central indiano continua a expandir as carteiras fintech para aumentar a penetração.
A China, por sua vez, prometeu expandir o yuan digital para além das suas fronteiras e planeia permitir que os bancos comerciais ofereçam juros sobre os ativos de yuan digital, aumentando a sua atratividade.
Implicações e desafios geopolíticos a superar
Esta proposta perturbaria os atuais equilíbrios monetários globais, o que explica a hostilidade demonstrada por Washington. Os Estados Unidos consideram qualquer tentativa de reduzir o peso do dólar como uma ameaça direta à sua estabilidade económica e influência global.
No entanto, o sucesso desta iniciativa dependerá de vários fatores críticos: a capacidade técnica de interligar os diferentes sistemas, o acordo dos governos participantes e, acima de tudo, a vontade política de perseverar apesar dos riscos de retaliação comercial dos Estados Unidos. O primeiro-ministro indiano e os seus homólogos devem navegar um equilíbrio precário entre autonomia económica e pragmatismo comercial.
O período atual será decisivo para determinar se os países BRICS conseguirão transformar esta visão numa realidade concreta até à cimeira de 2026.