O movimento do ouro, resumidamente, pode ser explicado em três frases:


1. Como foi o colapso?
Não foi a Wosh, foi o próprio alavancagem a explodir. O preço do ouro subiu de 5000 para 5500 em apenas 3 dias, o RSI atingiu 90, e a volatilidade ultrapassou a crise de 08. Essa forma de movimentação, quem quer que seja, vai acabar por matar.
2. O mercado de alta acabou?
Não. A lógica fundamental não mudou: os bancos centrais continuam comprando, os títulos do Tesouro dos EUA continuam a inflar, e Trump continua a fazer escândalos. Enquanto a “desdolarização” não parar, a narrativa de longo prazo do ouro não foi interrompida. Nos anos que virão, veremos 8000, 10000 — não é conversa fiada.
3. Onde posso entrar?
Fique de olho na relação ouro/prata. A prata é a área mais afetada pela alavancagem, além de ser um indicador antecipado. A relação ouro/prata voltou de 45 para 67, aproximando-se da faixa razoável de 70-75 — a fase mais louca de especulação, quase toda esgotada.
A última frase que anotei foi:
O ouro é o casaco do medo. Quando a rua estiver cheia de hormônios, e ninguém falar sobre colapsos, dívidas ou populismo, aí será a hora de jogar fora.
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