Indonésia, não é como eu imaginava...

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Bali, a famosa ilha. No primeiro dia de chegada quase me desmoronei. Fiz alguma pesquisa antes, sabia que o trânsito aqui era um pouco confuso. Mas, afinal, já tínhamos passado bastante tempo na Tailândia, Malásia e outros lugares, pensando: “Como pode ser pior?”

Mas nunca imaginei que aqui não há estradas para carros, sabem a cidade elétrica de Guangzhou? Aqui é 10.000 vezes mais difícil de conduzir. Ruas de mão única, extremamente estreitas, motos por toda parte, sem regras de trânsito, sem semáforos, um lugar caótico. E o mais importante, quase não há lugares para estacionar.

No primeiro dia, do aeroporto ao hotel, menos de 3 km, levou 30 minutos. No segundo dia, 30 km, levou uma hora e meia. No terceiro dia, já abandonei o carro no hotel e comecei a usar o Grab.

Vamos ficar alguns dias descansando em Ubud, que está cheio de aulas de ioga e meditação, além de várias sessões de cura espiritual. Todos os dias, passeios pelo campo, procurando restaurantes bonitos para comer, depois massagens. Pessoas preguiçosas, primeiro aproveitando a vida.

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