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Procura fraca de trabalho nos EUA – como o mercado de trabalho enfrenta novos desafios
O mercado de trabalho nos Estados Unidos está a passar por uma mudança evidente. A procura por emprego atingiu os níveis mais baixos em mais de um ano, sinalizando alterações significativas na dinâmica do emprego. Um novo relatório do Departamento do Trabalho revela uma economia em crescimento, mas que simultaneamente cria cada vez menos novos postos de trabalho.
Níveis historicamente baixos de ofertas de emprego refletem a diminuição da procura por força de trabalho
O número de vagas nos Estados Unidos diminuiu no último mês de 2025 para 7,146 milhões — o valor mais baixo desde setembro de 2024. Isto representa uma redução de 303 000 vagas em relação ao mês anterior, quando as ofertas totalizavam 7,449 milhões.
O índice de procura de trabalho — ou seja, a proporção de vagas disponíveis em relação aos desempregados — caiu para 0,91 por pessoa desempregada. Este é o valor mais baixo desde março de 2021. Os economistas previam, no início do ano, cerca de 7,60 milhões de vagas, mas os dados reais ficaram bastante abaixo das expectativas. Esta discrepância indica uma postura cada vez mais conservadora por parte dos empregadores na contratação.
De acordo com o relatório JOLTS (Job Openings and Labor Turnover Survey) divulgado pelo Bureau of Labor Statistics, a diminuição da procura de trabalho afetou principalmente empresas de médio porte, com 50 a 999 empregados. Por outro lado, pequenas empresas aumentaram o número de vagas anunciadas. Esta polarização no mercado de trabalho indica estratégias de adaptação distintas entre entidades de diferentes escalas de operação.
Setores económicos enfrentam mudanças desiguais na procura por trabalho
A redução geral na procura por emprego foi impulsionada sobretudo pelo setor de alojamento e serviços de alimentação, onde as vagas caíram em 148 000. Os setores de saúde e serviços sociais registaram uma diminuição de 66 000 vagas. Estes dois setores, que até há pouco tempo lideravam o crescimento do emprego, mostram uma mudança significativa na economia.
O setor público também sentiu o impacto destas mudanças. O número de vagas na administração caiu 89 000, principalmente ao nível de governos estaduais e locais. Já as vagas na administração federal aumentaram apenas 8 000.
Por outro lado, os setores de construção e comércio a retalho apresentaram sinais positivos. No setor da construção, as ofertas aumentaram em 90 000, enquanto no comércio a retalho cresceram 121 000 vagas, refletindo preparativos para a época natalícia e necessidades de modernização de infraestruturas. Transporte, armazenamento e serviços públicos mantiveram 108 000 vagas, enquanto o comércio grossista registou uma diminuição de 63 000 postos.
Paradoxo: crescimento económico sem aumento do emprego
Apesar do crescimento sólido da economia no terceiro trimestre, o emprego efetivamente diminuiu em 253 000 pessoas, situando-se em 5,115 milhões. Este paradoxo de crescimento económico sem um aumento correspondente de postos de trabalho surpreendeu muitos analistas. O índice de emprego geral baixou de 3,4% para 3,2%.
Os economistas apontam que a incerteza política — especialmente relacionada com os planos de tarifas de importação da nova administração — leva os empregadores a adotarem uma postura de cautela. Em vez de expandir o contratação, as empresas aguardam esclarecimentos regulatórios. O Supremo Tribunal dos EUA tinha previsto emitir uma decisão importante sobre a legalidade das tarifas amplas do presidente Donald Trump, o que poderia influenciar as decisões empresariais.
Marc Giannoni, economista-chefe do Barclays, comentou: «Os dados preliminares do JOLTS indicam uma queda clara no número de ofertas de emprego e poucos sinais de deterioração no mercado de trabalho». Esta expressão reflete a avaliação de um mercado de trabalho em estado de «falta de contratação, falta de despedimentos» — ou seja, os empregadores não estão a contratar nem a despedir em grande escala.
Inteligência artificial e automação — novos desafios para a procura de trabalho
Para além da incerteza política, surge uma nova ameaça à procura tradicional de emprego. Cada vez mais empregadores estão a integrar inteligência artificial em várias funções, reduzindo a necessidade de trabalhadores humanos. Esta tendência tecnológica representa um desafio estrutural ao mercado de trabalho, diferente dos ciclos económicos tradicionais.
Os economistas argumentam cada vez mais que o mercado de trabalho enfrenta problemas estruturais, e não apenas uma fraqueza cíclica. Isto significa que os desafios podem durar mais do que as recessões ou períodos de desaceleração habitual.
Despedimentos moderados, mas aumento de saídas voluntárias
Face à procura decrescente, um sinal positivo é que os empregadores evitam despedimentos em massa. O número de despedimentos efetivos caiu 163 000, para 1,687 milhões. Contudo, as saídas voluntárias aumentaram em 188 000, para 3,161 milhões, e o índice de rotatividade voluntária subiu de 1,9% para 2,0%.
Sarah House, economista sénior da Wells Fargo, expressou preocupação: «Embora o número de despedimentos permaneça moderado, o baixo índice de saídas voluntárias aumenta o risco de que empregadores que queiram reduzir o quadro de pessoal possam ser forçados a despedir trabalhadores, em vez de depender da rotatividade natural».
Este aviso sugere que a estabilidade atual do emprego pode ser de curta duração. Se os trabalhadores deixarem de sair voluntariamente dos seus postos, os empregadores poderão recorrer a medidas mais drásticas de redução de pessoal.
Perspetivas para os próximos meses — volatilidade e incerteza
As previsões para dezembro de 2025 indicavam um aumento de 60 000 postos de trabalho, ligeiramente abaixo dos 64 000 de novembro. O relatório da ADP sobre o emprego no setor privado mostrou um crescimento de 41 000 empregos em dezembro, após uma queda de 29 000 em novembro. Contudo, os economistas permanecem cautelosos, devido às frequentes discrepâncias entre os dados do ADP e os oficiais do governo.
Carl Weinberg, economista-chefe da High Frequency Economics, comentou: «O sinal visual do cabeçalho de hoje sugere que houve criação de postos em dezembro, mas a uma velocidade relativamente lenta». Esta descrição reflete o sentimento geral na economia — sem mudanças dramáticas, prevalece a cautela e a sensação de estagnação.
Espera-se que a taxa de desemprego diminua para 4,5% em dezembro, após subir para 4,6% em novembro. No entanto, este número foi distorcido pelo encerramento do governo federal durante 43 dias, que impediu a recolha de dados das famílias em outubro.
O setor de serviços mostra sinais de vida, mas o futuro da procura de trabalho permanece incerto
O terceiro relatório do Institute for Supply Management revelou que o índice de gestores de compras no setor de serviços subiu para 54,4 em dezembro, de 52,6 em novembro. O índice de emprego no setor de serviços recuperou para 52,0 após seis meses de queda. À primeira vista, sugeria um forte ímpeto económico para o início de 2026.
Ben Ayers, economista sénior da Nationwide, afirmou: «Um crescimento económico estável e consistente em 2026 deve manter o setor de serviços numa fase de expansão sólida durante todo o ano, com potencial de crescimento se os estímulos fiscais forem significativos». Esta declaração reflete esperança de reforço na procura de trabalho, dependendo do apoio das políticas fiscais.
A Reserva Federal manteve as taxas de juro inalteradas, aguardando mais informações. O protocolo de dezembro revelou profundas divisões internas na Fed quanto às futuras ações de política monetária.
Resumindo, a procura de trabalho nos EUA entra numa nova fase de incerteza. A procura decrescente, impulsionada por incertezas políticas, integração tecnológica e fatores estruturais, exige monitorização atenta. O futuro do mercado de trabalho dependerá da resolução das questões tarifárias, da eficácia da implementação da inteligência artificial e do ritmo geral de crescimento económico em 2026.