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Strömmer intensifica a batalha contra ativos digitais ilícitos na Suécia
O Ministro da Justiça sueco Gunnar Strömmer está a incentivar as autoridades do país a adotarem uma postura mais agressiva face à posse de criptomoedas suspeitas. O seu apelo alinha-se com um novo quadro legal implementado há pouco mais de um ano, que confere às entidades de segurança capacidades extraordinárias para confiscar ativos digitais.
O quadro legal de confisco de criptomoedas torna-se mais rígido
As leis de confisco recentemente introduzidas na Suécia encontram-se entre as mais rigorosas da Europa. Estas regulamentações permitem que a polícia e outras agências de aplicação da lei requisitem fundos digitais sem necessidade de demonstrar uma violação penal específica. Em outras palavras, se os funcionários suspeitarem que alguém adquiriu criptomoedas através de atividades ilícitas ou se a origem do dinheiro não puder ser claramente explicada, as autoridades podem proceder ao confisco.
O que torna esta legislação particularmente controversa é o seu alcance expansivo. Segundo relatórios do Riksdag, a normativa aplica-se até a menores de idade e a pessoas que apresentavam problemas de saúde mental no momento em que alegadamente ocorreu a infração. Desde a sua implementação, estas medidas resultaram na confiscação de aproximadamente 80 milhões de coroas suecas, equivalentes a cerca de 8,4 milhões de dólares em ativos.
Strömmer enfatiza a necessidade de aplicar estas ferramentas legais de forma mais consistente. “Agora trata-se de intensificar ainda mais a vigilância e os procedimentos de confisco”, declarou o ministro, sugerindo que os esforços atuais são apenas o ponto de partida.
Reservas de Bitcoin: Uma estratégia alinhada às tendências internacionais
A posição de Strömmer encontra algum eco dentro do Riksdag, onde vários legisladores começaram a debater a criação de uma reserva estratégica nacional de Bitcoin. Esta ideia, similar a iniciativas em países como Estados Unidos, República Checa e Itália, visa que o governo sueco acumule e conserve criptomoedas confiscadas.
Dennis Dioukarev, membro destacado do Riksdag e defensor de uma reserva nacional de Bitcoin, expressou seu apoio às propostas de Strömmer. Dioukarev argumenta que intensificar a confiscação de ativos de origem criminosa contribuiria significativamente para desmantelar redes criminosas, dificultando também as operações dos criminosos.
Quanto ao destino dos ativos confiscados, Dioukarev reitera sua proposta de criar uma reserva estratégica de criptomoedas. Sua visão inclui transferir os fundos digitais apreendidos, especialmente Bitcoin, ao Riksbank, o banco central sueco, para fortalecer as reservas nacionais. Esta abordagem combina objetivos de segurança pública com considerações económicas de longo prazo.
Crime organizado e branqueamento de capitais: O uso crescente de criptomoedas
Os dados disponíveis revelam a dimensão crescente do problema. Em 2024, aproximadamente 62.000 indivíduos estavam ligados a redes criminosas organizadas na Suécia, segundo o Instituto Bloomsbury de Inteligência e Segurança. Os traficantes de drogas e especialistas em branqueamento de capitais destacam-se entre aqueles que adotaram criptomoedas como meio de transação, embora quantificar exatamente o volume destes movimentos continue a ser um desafio metodológico.
Paralelamente, em 2025, a Autoridade de Polícia da Suécia, juntamente com a sua Unidade de Inteligência Financeira, divulgou um relatório revelador: alguns operadores de trocas de criptomoedas demonstraram ser instrumentos particularmente eficazes para o branqueamento de capitais. Esta realidade levou esses organismos a recomendar um aumento gradual nas tarefas de monitorização e infiltração em plataformas de comércio digital, para detectar e neutralizar operações ilegais.
Entretanto, o gabinete de imprensa do Ministro Strömmer manteve-se em silêncio quando questionado sobre a estratégia específica de disposição de ativos confiscados e os passos concretos que o governo planeja para melhorar sistematicamente as operações de confisco relacionadas com ativos digitais. Esta reserva sugere que o desenvolvimento de políticas nesta área ainda se encontra em fases deliberativas.
A tensão entre a aplicação mais rigorosa da lei e a proteção dos direitos individuais continuará a marcar o debate regulatório na Suécia e além, enquanto os governos procuram equilibrar a segurança pública com os princípios fundamentais de justiça processual.