Swift Avança com Rede de Pagamentos Transfronteiriços para o Comércio a Retalho

Um grupo de 20 países (G20) comprometeu-se a tornar mais eficientes os pagamentos transfronteiriços, mas as complexidades regionais e as infraestruturas desatualizadas têm atrasado o progresso.

O modelo de banca correspondente acrescenta outra camada de complexidade, exigindo que vários bancos façam “vai-e-vem” de pagamentos através das fronteiras. Embora a rede de mensagens Swift tenha servido há muito como o principal centro global que liga estes bancos, continuam a subsistir desafios.

É por isso que a Swift propôs novas regras para pagamentos transfronteiriços de retalho no ano passado. Mais de 25 bancos subscreveram estas regras e começarão a processar pagamentos ao abrigo deste enquadramento até junho.

Isto representa uma mudança estratégica para a Swift, que historicamente se tem centrado em pagamentos intrabanco e comerciais. A crescente procura dos consumidores por pagamentos transfronteiriços e remessas—especialmente em grandes mercados como a Índia, a China, o Paquistão, a Alemanha e Bangladesh—levou a rede a alargar o seu enfoque.

Apetite pela Expansão

As pequenas empresas também estão ansiosas por alargar a sua presença a nível internacional, sobretudo os empreendedores mais jovens das gerações da Gen Z e dos millennials. Ainda assim, atrasos, taxas de transação, complexidades de câmbio, regulamentações regionais e falta de visibilidade sobre pagamentos têm sido, há muito tempo, pontos problemáticos persistentes para os pagamentos transfronteiriços.

O novo enquadramento da Swift pretende atenuar estes desafios, proporcionando transparência de custos, rastreabilidade e liquidação quase em tempo real em muitos casos. A rede espera que mais “payment rails” se juntem até ao final do ano.

Mais Rápido do que os Indicadores de Referência

Esta eficiência seria bem-vinda num mercado que tem continuado a enfrentar dificuldades. Depois de destacar, há cinco anos, o papel crítico dos pagamentos transfronteiriços na economia global, os países do G20 desenvolveram uma estratégia para tornar as transações internacionais mais eficientes e transparentes até 2027. Um relatório recente de progresso, no entanto, indica avanços mínimos—ficando aquém das expectativas.

Já cerca de 75% dos pagamentos na rede da Swift chegam ao banco beneficiário em menos de 10 minutos, mais rápido do que o indicador de referência do G20. Com as novas regras, espera-se que esta percentagem suba ainda mais.

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Tags: Pagamentos TransfronteiriçosPagamentos TransfronteiriçosG20RemessasSwift

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