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Tenho vindo a analisar algumas avaliações de risco geopolítico recentemente, e há definitivamente um padrão que vale a pena observar. Quando olhas para quais países têm maior probabilidade de serem envolvidos em conflitos globais de grande escala, não se trata apenas de poder militar — trata-se da rede de tensões e disputas não resolvidas que continuam a acumular-se.
Os suspeitos habituais no topo da lista são bastante evidentes. Os EUA, a Rússia, a China — estas potências têm os dedos em tantos conflitos regionais que qualquer escalada significativa poderia envolvê-las imediatamente. Depois, tens os pontos quentes do Médio Oriente: Irão, Israel, Síria, Iraque, Iémen. Estas áreas já fervilham com guerras por procuração e tensões sectárias. Uma má decisão ali poderia desencadear algo muito maior.
O que é interessante é como tudo está agora interligado. Paquistão e Índia têm a sua própria dimensão nuclear de preocupação. A situação da Ucrânia com a Rússia continua a escalar. A Coreia do Norte acrescenta imprevisibilidade à equação. E em África, vês conflitos por recursos e fragilidade estatal em lugares como Nigéria, RDC, Sudão, Somália — estes podem tornar-se pontos de ignição que atraem potências maiores a competir por influência.
Depois há o nível secundário de países que podem ser envolvidos: Índia e Indonésia na Ásia, Etiópia e Egito em África, Turquia e os estados do Golfo no Médio Oriente. Mesmo nações desenvolvidas como a Alemanha, França, Reino Unido são de risco médio devido aos compromissos da NATO e às interdependências económicas. Estes não são necessariamente pontos de partida, mas são vulneráveis a serem arrastadas para algo maior.
O que provavelmente é mais interessante é quais os países que permanecem relativamente isolados — Japão, Singapura, Nova Zelândia, Uruguai. A distância geográfica, as parcerias económicas e o posicionamento estratégico ajudam a mantê-los fora dos piores cenários.
Esta classificação é realmente apenas uma fotografia das tensões geopolíticas atuais e de quão frágeis algumas regiões são. Não é uma previsão, apenas uma verificação da realidade sobre onde estão os pontos de pressão nas relações internacionais neste momento. Vale a pena acompanhar como estas dinâmicas evoluem.