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A sombra da "estagflação" na economia do Reino Unido: por que a libra esterlina tem dificuldade em manter a resiliência atual?
Por impulso de preocupações geopolíticas e não de fatores internos, a libra voltou a experimentar uma semana de queda, levando o par libra/dólar a recuar pelo segundo semana consecutiva. Ao mesmo tempo, os participantes do mercado atualmente esperam que o Banco de Inglaterra não retome cortes de juros este ano. Pelo contrário, o mercado já incorporou uma expectativa de aumento de cerca de 50 pontos base até ao final do ano.
Apesar do desempenho recente da libra ser relativamente bom, a sua lógica subjacente já começa a mostrar sinais de fragilidade. A primeira vista, esse movimento faz sentido. O mercado ajustou significativamente as suas expectativas em relação ao Banco de Inglaterra, passando de uma previsão de cortes para uma possibilidade de mais aumentos. Essa mudança favorece a libra, que tem apresentado um desempenho melhor do que a maioria das moedas do G10, exceto o dólar e as moedas commodities. No entanto, esse suporte quase atingiu o seu limite.
A resiliência da libra baseia-se principalmente nas expectativas de taxas de juro. A curva de juros do Reino Unido tem apresentado oscilações acentuadas na sua extremidade mais curta, com o mercado rapidamente abandonando a expectativa de afrouxamento monetário e inclinando-se para mais aumentos. O risco de inflação, especialmente a pressão causada pelos altos preços de energia, tornou-se o principal foco do mercado. Essa reprecificação ajuda a estabilizar a libra, mesmo que o suporte macroeconómico geral seja insuficiente. Essa é a questão central: o suporte atual das taxas de juro já está amplamente refletido nos preços.
Por outro lado, a economia do Reino Unido continua a parecer frágil. Antes dos recentes choques geopolíticos, o crescimento económico já estava em níveis baixos, e o atual cenário de crescimento mostra uma clara tendência para a estagflação: a pressão inflacionária volta a aumentar, enquanto a atividade económica desacelera e o mercado de trabalho se afrouxa gradualmente.
Ao mesmo tempo, antigas preocupações estruturais voltam a surgir. O défice na conta corrente do Reino Unido e a sua sensibilidade a custos elevados de financiamento voltaram a ser temas de discussão no mercado. Nesse contexto, a situação torna-se ainda mais complexa. O aumento das taxas de juro de curto prazo geralmente apoia a moeda local, mas a subida dos rendimentos dos títulos de longo prazo sugere uma narrativa completamente diferente. A recente alta nos rendimentos dos títulos do Reino Unido reflete preocupações do mercado com a sustentabilidade fiscal e os custos de financiamento, e, com base na experiência histórica, esse cenário não favorece a libra.
(O conteúdo acima é uma opinião de Pablo Piovano em 3 de abril, apenas para fins de referência, não constituindo qualquer conselho de investimento)#Gate广场四月发帖挑战