O S&P 500 dos EUA e o Nasdaq — O paradoxo de “boas notícias são más notícias” após o forte relatório de emprego



Em março, foram criados 178 mil novos empregos, muito acima do esperado, e a taxa de desemprego desceu para 4,3%, o que deveria ser um sinal de uma economia saudável, mas os futuros do mercado de ações dos EUA caíram em flecha após a divulgação dos dados. Os futuros do S&P 500 chegaram a cair 1,2%, e os futuros do Nasdaq 100 desceram mais de 1,8%. A razão é simples: quanto mais forte for o emprego, mais o Federal Reserve hesitará em baixar as taxas de juro. Os futuros de Fundos Federais da CME mostram que a probabilidade de um corte nas taxas em junho caiu de 15% da semana anterior para perto de zero, e até há quem comece a discutir a possibilidade de “voltar a subir as taxas”.#三月非農數據來襲

Neste momento, o S&P 500 está por volta dos 4.800 pontos, e o Nasdaq Composite em cerca de 16.800 pontos, recuando aproximadamente 6% e 9%, respetivamente, face aos máximos do primeiro trimestre. As ações de tecnologia, que são as mais sensíveis às taxas de juro, como a Nvidia, a Microsoft e o Google, registaram uma queda média de 10% a 15% nas últimas duas semanas. Entretanto, a situação no Médio Oriente continua a intensificar-se — após o discurso de Trump a 1 de abril, as ações de defesa e as ações do setor energético subiram contra a tendência, e empresas como a Lockheed Martin e a Exxon Mobil beneficiaram de entradas de capital para ativos de refúgio.

Três variáveis-chave determinam o rumo das ações dos EUA no 2.º trimestre:

1. CPI de abril (divulgado a 15 de abril): se o CPI core reagir com um ressalto devido à transmissão dos preços da energia, as expectativas de cortes nas taxas desaparecerão completamente, e o mercado de ações dos EUA poderá aprofundar a descida.
2. Progresso nas negociações de cessar-fogo no Médio Oriente: a Turquia e o Egito estão a mediar; se houver uma viragem substancial, uma rápida queda do preço do petróleo aliviará a pressão inflacionista, o que é favorável ao mercado de ações; por outro lado, se o conflito se intensificar, as ações do setor energético beneficiarão, mas o mercado no seu conjunto ficará sob pressão.
3. Política comercial de Trump: tarifas de 50% sobre o aço, o alumínio e o cobre, e tarifas de 100% sobre os medicamentos já desencadearam ameaças de retaliação por parte da União Europeia e dos países asiáticos. Se a guerra comercial se alargar, as empresas multinacionais de tecnologia e a indústria transformadora serão as primeiras a ser atingidas.

Em termos de estratégia, a curto prazo recomenda-se reduzir a exposição a ações de tecnologia e aumentar a alocação em setores defensivos, como energia, defesa e consumo essencial. O suporte técnico do S&P 500 nos 4.600 pontos (perto da média móvel de 200 dias) é um nível importante; se for perdido, é possível que o índice venha a testar os 4.400 pontos.

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