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#Gate广场四月发帖挑战 Desgaste global de ativos: ouro em queda livre, petróleo em forte subida, para onde ainda podes investir o teu dinheiro?
6 de abril, os mercados financeiros globais entraram numa fase de extrema polarização. Metais preciosos em queda coletiva, preços internacionais do petróleo a subir violentamente. Isto não é volatilidade, é uma ruptura.
01 Queda do ouro: os ativos de refúgio deixaram de ser refugio?
O ouro caiu, e caiu forte.
O ouro à vista em Londres caiu mais de 1% durante o dia, chegando a aproximar-se dos 4630 dólares. Os futuros de ouro na COMEX também recuaram. O ouro T+D nacional manteve-se perto de 1034 yuan, com o preço de venda ao público nas joalharias a manter-se em 1445 yuan por grama.
Muita gente ficou confusa: não era para ser um ativo de proteção? Não era para subir em momentos de crise? Como é que o ouro caiu?
A razão é simples: os dados de emprego não agrícola dos EUA de março superaram as expectativas, com 17,8 mil novos empregos criados, e a taxa de desemprego caiu para 4,3%. A aposta do mercado na redução de juros pelo Federal Reserve até 2026 caiu de 39% para 11,9%.
Resumindo: sem expectativa de corte de juros, o custo de manter ouro aumentou.
Muitos fundos que tinham lucros decidiram sair do mercado. O dólar e os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA mantêm-se fortes. Como ativo sem juros, o ouro sofre com as expectativas de subida de juros.
Mais importante ainda, o aumento do preço do petróleo elevou as expectativas de inflação.
Na lógica tradicional, o ouro é um ativo anti-inflacionário. Mas desta vez, não: a inflação provocada pelo aumento do petróleo faz o mercado temer que o Federal Reserve não corte juros, ou até mesmo os aumente, o que prejudica a sua função de proteção financeira.
A procura por refúgio ainda existe, mas a pressão financeira é maior. No curto prazo, o ouro não mostra sinais de estabilização.
02 Petróleo em forte subida: por que os 114 dólares por barril são apenas o começo?
O petróleo WTI ultrapassou os 114 dólares, o Brent atingiu os 109 dólares.
O aumento semanal foi quase 12%. Os futuros de petróleo nacionais também subiram na mesma proporção.
A causa desta subida explosiva é clara: a situação no Médio Oriente continua tensa.
O presidente dos EUA, Trump, voltou a ameaçar destruir as instalações de energia do Irão, enquanto Teerã quase não dá sinais de aceitar o fim da guerra. O parlamento iraniano discute um plano de gestão do Estreito de Ormuz, decidindo criar uma comissão especial para desenvolver um quadro legal que justifique a sua jurisdição.
O Estreito de Ormuz é uma via crucial para o transporte mundial de petróleo.
Se for bloqueado, o fornecimento global de petróleo sofrerá um impacto enorme. A OPEP+ decidiu aumentar a produção em 206 mil barris por dia a partir de maio, mas isso não resolve o problema imediato.
O Citibank estima que, na segunda metade do ano, o preço médio do Brent poderá atingir 95 dólares, podendo chegar a 130 dólares em cenários otimistas. O JPMorgan é mais agressivo: a curto prazo, o petróleo pode chegar a 120-130 dólares, e se o Estreito de Ormuz ficar fechado até meados de maio, pode ultrapassar os 150 dólares.
O mercado de petróleo e metais preciosos está a seguir tendências completamente opostas. A lógica tradicional de hedge não funciona neste momento.
03 Linha de vida EUA-Irão: 7 de abril às 20h, dois mundos
7 de abril às 20h (horário de Nova Iorque), é uma linha de vida.
O prazo final definido por Trump é exatamente nesse dia. Se o Irão não abrir o Estreito de Ormuz até lá, os EUA vão colocar as instalações de energia iranianas na lista de alvos.
Isto não é uma jogada diplomática, é um jogo à beira da guerra.
Para o governo dos EUA, 7 de abril deixou de ser uma simples data diplomática, tornando-se uma linha de vida política e económica.
A tensão no Médio Oriente está a prejudicar duramente a economia americana. Em março, durante o pico do confronto EUA-Irão, o preço médio da gasolina nos EUA atingiu 3,89 dólares por galão, o maior em quase 18 meses. A subida do preço do petróleo aumenta a inflação esperada, colocando ainda mais pressão na economia americana já frágil.
O governo Trump já afirmou várias vezes que, se não houver acordo até o prazo, tomará medidas mais duras. Uma declaração dessas não tem volta.
Se houver acordo: os EUA aliviam temporariamente a pressão no Médio Oriente, a inflação diminui, e a popularidade do governo aumenta.
Se falhar: a situação no Médio Oriente piora rapidamente, o preço do petróleo dispara, os conflitos internos aumentam, e a opinião pública internacional fica passiva.
O acordo EUA-Irão é a maior variável externa do mercado global.
04 Mercado de ações dos EUA e da China: uma reação direta, uma recuperação pós-férias
Nos EUA, as ações reabriram a 6 de abril (segunda-feira), enfrentando um grande teste.
Se houver acordo, a preferência pelo risco dispara, e as ações podem subir entre 2% e 4%. Setores de aviação, retalho, tecnologia e consumo terão forte recuperação, enquanto ativos de refúgio como ouro enfraquecerão.
Se o acordo falhar, o pânico se espalha, e as ações podem cair entre 3% e 5%. Indústrias de defesa, ouro, e setores defensivos como tecnologia, consumo e aviação podem subir contra a tendência.
Nos EUA, o mercado oscila entre forte alta e forte baixa, sem meio-termo.
E na China? Pós-férias, recuperação.
O feriado de Qingming durou três dias, e o mercado chinês não participou na turbulência global de 6 de abril. Mas, assim que o mercado abrir, reage imediatamente às notícias externas.
No último dia de negociação antes do feriado (3 de abril), o índice Shanghai Composite fechou em 3880,10 pontos, com uma queda de 1,00%. O volume de negócios foi de apenas 1,66 triliões de yuan, o menor do ano. O fluxo de capitais estrangeiros saiu de 178k de yuan. O mercado já mostrava cautela antes do feriado.
Se os EUA e Irão chegarem a acordo: a abertura do mercado chinês será forte, com setores de navegação, comércio exterior, eletrónica de consumo e aviação a liderar a recuperação, podendo o índice subir mais de 1,5%.
Se o acordo falhar: o mercado abrirá em baixa, com setores defensivos a subir contra a tendência, como ouro e defesa, enquanto setores exportadores, consumo e tecnologia poderão ficar sob pressão no curto prazo.
Resumindo: 7 de abril na China será um dia agitado.
05 Investidores comuns: não compres à força, controla o teu risco
Diante de um mercado tão extremo, o que deve fazer o investidor comum?
Primeiro, o ouro e a prata não mostram sinais de estabilização a curto prazo, não te apresses a comprar na alta.
O preço do ouro pode testar os 4600 dólares. O preço do ouro nacional ainda está alto (1445 yuan por grama), por isso, comprar agora é arriscado. A volatilidade da prata é muito maior do que a do ouro, tornando-se mais fácil de perder dinheiro com compras por impulso.
Segundo, o petróleo está numa fase de alta e volatilidade, e comprar na alta é arriscado.
O preço do petróleo já subiu quase 12%, e o sentimento do mercado está extremamente eufórico. Se a situação geopolítica se acalmar, o preço pode recuar rapidamente.