Os bancos na verdade não temem a regulamentação—o que os mantém acordados à noite é o bloqueio de liquidez.
Essa é a verdadeira questão que está sendo discutida aqui. Privacidade não deve significar desaparecer do sistema. Trata-se de acesso controlado, não de opacidade total.
Aqui está a tensão: A maioria das soluções de privacidade lida com conformidade cortando interações. Menos participantes veem os dados. Sistemas mais simples, com certeza. Mas isso é realmente progresso?
A abordagem mais inteligente? Construir camadas de privacidade que permitam escolher o que é revelado e a quem—sem desligar todo o ecossistema de transações. Dar aos usuários autonomia sobre sua própria visibilidade financeira.
É aí que a inovação realmente acontece. Não em esconder dinheiro. Em projetar sistemas onde privacidade e conformidade coexistam, não concorram.
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Token_Sherpa
· 01-05 07:50
não, isto é apenas reinventar a vigilância com passos adicionais. "acesso controlado" ainda significa que alguém está a observar.
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0xSunnyDay
· 01-05 07:48
ngl Isto é realmente a questão que se está a colocar, privacidade não é igual a desaparecer, é preciso ter o direito de escolha
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ConsensusDissenter
· 01-05 07:44
Resumindo, é preciso conseguir ambos, peixe e mão de urso, mas será que isso é realmente possível...
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0xTherapist
· 01-05 07:37
Falando bem, o bloqueio de liquidez é realmente o verdadeiro diferencial
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GasFeeDodger
· 01-05 07:31
O bloqueio de liquidez é o verdadeiro núcleo, as regras são apenas fachada
Os bancos na verdade não temem a regulamentação—o que os mantém acordados à noite é o bloqueio de liquidez.
Essa é a verdadeira questão que está sendo discutida aqui. Privacidade não deve significar desaparecer do sistema. Trata-se de acesso controlado, não de opacidade total.
Aqui está a tensão: A maioria das soluções de privacidade lida com conformidade cortando interações. Menos participantes veem os dados. Sistemas mais simples, com certeza. Mas isso é realmente progresso?
A abordagem mais inteligente? Construir camadas de privacidade que permitam escolher o que é revelado e a quem—sem desligar todo o ecossistema de transações. Dar aos usuários autonomia sobre sua própria visibilidade financeira.
É aí que a inovação realmente acontece. Não em esconder dinheiro. Em projetar sistemas onde privacidade e conformidade coexistam, não concorram.